




A natureza anda furiosa. Não tem poupado quase ninguém nesse planeta azul. Por toda parte um rastro de destruição.
Árvores arrancadas da terra, tombadas por cima das casas, pessoas desabrigadas, feridas e mortas.
Nem o Guapuruvu que morava em frente a casa da minha muito amiga Silvana, resistiu.
Foi arrancado da terra como se fosse um arbusto pela força dos ventos de mais de 100 kh.
É muito triste uma árvore tão majestosa, linda, abrigo de milhares de pássaros, assim, caída, morta.
Caiu por cima de um chalé vizinho destruindo-o quase que completamente.
Seu tombo deixou um rastro de destruição, mas o mais triste de tudo é saber que quando for lá não o verei mais, gigante, fazendo sombra onde estacionava meu carro.
Também sou responsável pelo aquecimento global. Escolhi viver mais afastada da cidade, não tenho como me locomover sem carro. Mas quando dá, ando a pé.










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